segunda-feira, 29 de junho de 2015

37

Cada vez pesa mais.
Ainda ontem andava de skate, surfava uma ondas, comia umas gorila para encontrar mais um avião para a coleção e jogava à bola atrás do prédio.
Menos cabelo.
Mais experiência, boa e má que também faz parte e muitas vezes é a que mais contribui para o crescimento.
Ódios, paixões, alegrias, tristezas, amor, desilusão, esperança, perda, vitória, luto, celebração... Tantos sentimentos e estados de alma colecionados como cartas numa caixa de cartão a prontos a serem usados ou recordados.
Olhar no espelho e pensar, relembrar, admirar, criticar, remediar, meditar, planear.
Amigos, inimigos, conhecidos, amores, desamores, todos passaram e alguns ficaram.
Sorte e azar.
São 37 anos de tudo isto e mais qualquer coisa.


Siga mais uns quantos. Puxa!!!

1 comentário:

Manuel Gomes disse...

É isso! Já fiz esse e muitos outros desses apeadeiros e sinto que cada vez mais o arrumo das memórias tende a ficar mais volumoso! E pior ainda! Com uma rapidez de condensação muito maior do que há uns tempos atrás! O tempo, este meu tempo, não é bem como o poeta escreveu...!!! O tempo somos nós, uma gaita! Cada vez o somos é menos! Ele tomou.nos a dianteira e cada vez mais se distancia dos nossos dias! Corre com maior frequência sem nos avisar para onde vai! E depois o que nos vale, em compensação, e que acaba por nos alegrar a alma são, as memórias! Essas recordações que "perigosamente" tomam conta silenciosamente dos nossos dias! Se calhar é mesmo assim, a vida..., como disse alguém!!!